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COLUNA: O direito de escolher é sagrado e universal, e eu escolho Bolsonaro


As eleições estão chegando ao seu final, no dia 28 cada um de nós vai poder escolher o candidato a Presidente da República que vai querer ver a frente dos destinos do Brasil pelos próximos quatro anos. No primeiro turno a maioria da população fez a opção por candidatos que não estavam envolvidos em processos da lava jato mandando para casa figuras tradicionais e emblemáticas do congresso que não conseguiram se reeleger e deram a Bolsonaro 49% dos votos contra 29% de Haddad.

O PT esteve no poder durante os últimos 16 anos e saiu do governo envolvido nos maiores escândalos de corrupção da história do Brasil, tendo inclusive, vários de seus líderes presos, entre os quais o seu maior representante o ex-presidente Lula, condenado a 12 anos de prisão por uma série de crimes contra o patrimônio público, denunciados pela Lava Jato.

São duas propostas antagônicas e completamente diferentes que disputam a preferência do eleitorado: de um lado a proposta Comunista-socialista do Partido dos Trabalhadores, PT e do outro a proposta Liberal-conservadora do Partido Social Liberal – PSL.

Como disse antes, todos são livres para decidirem em quem votar. Em determinados casos podemos até influenciar alguém com nossos argumentos e convencer essa pessoa a votar no candidato que defendemos.

O que não podemos é querer impor a nossa vontade. É obrigar o outro a seguir a nossa vontade. É agredir aquele que não comunga de nossas ideias e não defende as mesmas propostas e o mesmo candidato que queremos como presidente.

Eu, particularmente escolhi dar o meu voto ao candidato Jair Bolsonaro do PSL porque desejo uma mudança na direção do nosso país, para sair do círculo vicioso em que caímos desde a redemocratização com a alternância de poder entre PSDB, PMDB e PT, mantendo os mesmos privilégios, beneficiando os mesmos atores econômicos do país e abandonando a população à sua própria sorte nas áreas da saúde, educação e habitação e, principalmente, no quesito violência que tomou conta do país com leis que protegem bandidos e prejudicam a população.

Por tudo isso espero que Jair Bolsonaro 17, ganhe de Fernando Haddad 13 e cumpra as promessas que vem fazendo no sentido de combater a corrupção, acabar com os privilégios, as fraudes e a lavagem de dinheiro de que fomos vítimas com o Partido dos Trabalhadores.

Mas, destaco, que respeito a decisão dos que querem votar em Haddad, mas o meu voto é pela família, pela segurança e pela honestidade. A todos uma boa semana.


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TOMAZ DE AQUINO

Jornalista - Rota 232

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