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COLUNA: Viva Santo Antônio, São Pedro e São João. O que a Bíblia diz sobre eles?




Esta reflexão não tem por objetivo atacar nenhuma religião, já que, por direito constitucional, todos podem professar o credo que desejarem e devem ser respeitados. A intenção é confrontar a prática dos festejos juninos com a Palavra de Deus e com a verdadeira religião, que é a religião da obediência irrestrita e voluntária a essa Palavra.

O primeiro mandamento dado por Deus é que Ele seja reconhecido e amado como único Deus. O segundo mandamento condena qualquer manifestação de veneração aos ídolos: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas, nem as servirás’’ (Êx 20.1-6).

Santo Antônio - Festejado no dia 13 de junho, Santo Antônio é um dos santos de maior devoção popular tanto no Brasil como em Portugal. Fernando de Bulhões nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1.195 e faleceu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1.231. Recebeu o nome de Antônio ao passar, em 1.220, da Ordem de Santo Agostinho para a Ordem de São Francisco e é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou Santo Antônio de Pádua. Como percebemos, Santo Antônio nem mesmo é citado na bíblia porque não existiu esse personagem, apenas se tornou uma figura de crença religiosa.

São Pedro - É atribuída a São Pedro a fundação da Igreja Católica, que o considera o “príncipe dos Apóstolos” e o primeiro Papa. Por esse motivo, os fiéis católicos tributam a esse santo honrarias dignas de um deus. Para esses devotos, São Pedro é o chaveiro do céu e para que alguém possa entrar lá é necessário que São Pedro abra as portas.

Primeiro, Pedro para ser o Primeiro papa já estava fora do padrão do romanismo, pois era casado e Jesus Curou sua sogra (Mateus 8.14-15). Os sentimentos do Apóstolo Pedro eram extremamente diferentes do que se apregoa hoje, no dia 29. De acordo com sua forma de agir e pensar, conforme mencionado na Bíblia, temos razões para crer que ele jamais aceitaria os tributos que hoje são dedicados à sua pessoa.

Quando Pedro, sob a autoridade do nome de Jesus, curou o coxo que jazia à Porta Formosa do templo de Jerusalém e teve a atenção do povo voltada para ele como se por sua virtude pessoal tivesse realizado o milagre não titubeou, mas declarou com muita segurança: “Por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos andar este homem? O Deus de nossos pais, glorificou a seu filho Jesus... Pela fé no nome de Jesus, este homem a quem vedes e conheceis foi fortalecido. Foi a fé que vem pelo nome de Jesus que deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde” (At 3.12-16).

O Pedro da Bíblia demonstrou humildade ao entrar na casa de Cornélio, que saiu apressado para recepcioná-lo (At 10.25-26).

"É necessário que ele cresça e que eu diminua" João Batista (Jo 1.27)

São João - João Batista, primo de Jesus Cristo, morreu no ano 31 d.C., na Palestina. Foi degolado por ordem de Herodes Antipas a pedido de sua enteada, pois a pregação do filho de Isabel e Zacarias incomodava a moral da época. Antes mesmo de Jesus, João Batista já pregava publicamente às margens do Rio Jordão, o batismo, tendo inclusive batizado o próprio Cristo nas águas desse rio.

São João, segundo a tradição, adormece no seu dia, pois se estivesse acordado vendo as fogueiras que são acesas para homenageá-lo não resistiria: desceria à Terra e ela correria o risco de incendiar-se. O sentimento de João Batista também é totalmente diferente das honrarias a ele, pois a Bíblia diz: ‘‘Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparca’’ (João 1:27); ‘‘É necessário que ele cresça e que eu diminua. Aquele que vem de cima é sobre todos; aquele que vem da terra é da terra e fala da terra. Aquele que vem do céu é sobre todos (João 3:30,31).

Será que Deus se agradaria de tais festividades, quando sabemos que elas desobedecem explicitamente ao que Ele ordenou em sua santa Palavra? Uma coisa é certa: os santos bíblicos jamais aceitaram adoração, nem homenagens pelos poderes que receberam de Deus. Assim foi com Pedro (At 10.25,26), com Paulo e Barnabé (At 14.11-15), com João Batista (Jo 3.30), com João, o evangelista (Ap 19.10) e com o anjo celestial (Ap 22.8-9). O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”, (1 Tm 2.5).

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Pr. Joelson Rocha é pastor da 1ª Igreja Batista em Chã Grande

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