ENTREVISTA: Mulher, dedicada e ativa, conheça a história de vida da Irmã Fábia

CONVERSA Conheça a história de vida da Irmã Fábia, uma das diretoras do Círculo de Oração na Igreja Assembleia de Deus em Amaraji e seus planos para 2016.


Nascida na vila de Freixeiras Estação, no município de Escada, Fábia Cristina da Silva, 34, reside desde os seis anos de idade na cidade de Amaraji. Nesse município, Irmã Fábia, como é conhecida, tem desenvolvido um importante trabalho evangelístico, através do Círculo de Oração da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, onde iniciou sua jornada no pentecostalismo no ano de 2005, após ter sido evangelizada por um grupo de jovens da Igreja.

Hoje casada, mãe de família, Irmã Fábia dedica-se de corpo e alma ao trabalho na organização feminina, dentro da Igreja em Amaraji. Atualmente é vice coordenadora do Círculo de Oração local.

Nesta entrevista concedida ao Jornal Folha Regional, Irmã Fábia conta um pouco sobre sua história na Assembleia de Deus, sua ascensão dentro das organizações e os projetos futuros.

Folha – Como o Evangelho chegou até a senhora?
Irmã Fábia – Eu comecei a ouvir a voz do Espírito Santo após o nascimento de minha filha. Ela, com a idade de três anos, já começou a falar que era evangélica e que era da Assembleia de Deus. Perto de nossa casa, constantemente acontecia um culto e ela despertava com aquele culto, pegava a cadeirinha dela e ia participar. Isso foi chamando a atenção.

Folha – A sua decisão foi na Assembleia de Deus?
Irmã Fábia – Sim.

Folha – A senhora acredita que essa força da Assembleia na evangelização foi fundamental para a sua conversão?
Irmã Fábia – Foi muito importante. Inclusive quando nós aceitamos, tinha um irmão auxiliar dirigindo aquele culto de jovens que hoje continuam fazendo a obra do Senhor. Eles foram bastante prudentes, onde alguns falaram da palavra do Senhor naquele dia. Esse foi um lindo dia, pois tanto eu quanto minha mãe aceitamos o evangelho, graças a este grupo que passou evangelizando na rua que morávamos.

Folha – A senhora pode-se dizer que é um fruto da evangelização da Assembleia de Deus?
Irmã Fábia – Graças as pessoas, tanto obreiros quanto jovens, que disponibilizaram suas vidas aos domingos, abrindo mão até de seu lazer, para evangelizar, sair às ruas e ganhar almas.

Folha – Quais foram suas primeiras impressões no movimento pentecostal? 
Irmã Fábia – No dia seguinte eu até me arrependi. Pensei comigo no que tinha feito, pois seria necessária toda uma mudança. Mas fui convidada para o círculo de oração. As irmãs foram nos visitar e fizeram uma oração, onde tudo dentro de mim mudou. A partir daquele dia, aquelas irmãs passaram a fazer parte da minha vida, em visitas. Devido a isso nasceu dentro de mim um amor muito grande pelo Círculo de Oração.

Folha – Como que a senhora começou seus trabalhos dentro da organização da Igreja?
Irmã Fábia – Eu já comecei frequentando o Círculo de Oração. A partir desse momento, as irmãs já começaram a nos visitar. Passei por um momento de enfermidade e elas estiveram sempre cuidando de mim. Uma irmã nos lançou uma proposta de fazer um propósito com Deus. Uma aliança com o Círculo de Oração, passando a frequentar. Sob essa orientação das irmãs, passamos a visitar e estar em todos os trabalhos do Círculo de Oração.

Folha – Como foi a sua entrada na organização do Círculo de Oração?
Irmã Fábia – O desejo partiu muito antes de descer às aguas. Quando começamos a participar, já cresceu esse desejo em meu coração. Nós descemos às águas e aí ingressei no Círculo de Oração. Foi todo um conjunto. Aceitei o convite das irmãs e estou até hoje envolida.

Folha – Como tem sido esse trabalho com as mulheres na Igreja?
Irmã Fábia – Depois da conversão eu fui convidada, após um tempo, a trabalhar como secretária no Círculo de Oração. Depois como vice dirigente e há três anos fui convidada pelo pastor e a supervisora a auxiliar na supervisão dos trabalhos.

Folha – A que a senhora atribui essa escalada dentro das organizações da Igreja?
Irmã Fábia – Primeiramente a Deus, com certeza, e a direção, aos nossos líderes, por terem incentivado e terem direcionado pelo Espírito Santo. O senhor sempre nos fazia promessas de que se permanecêssemos fiéis faria algo em nossas vidas. Nós fomos obedecendo, tanto a Deus quanto às nossas lideranças. Mesmo não entendendo muitas coisas, a gente decide obedecer a voz de Deus.

Folha – Como tem sido o trabalho social do Círculo de Oração?
Irmã Fábia – A gente sempre visita as pessoas e quando encontramos nossos irmãos em diversas dificuldades, então buscamos ajudar de forma espiritual e material também. Sempre procuramos nossas lideranças e eles nos apoiam.

Folha – Existe algum projeto futuro da senhora para o ano de 2016?
Irmã Fábia – Nós fomos sondados e estamos orando e pedindo a direção de Deus para este plano. Gosto muito de trabalhar com as pessoas, sempre gostei de trabalhar e ter o contato com as irmãs. Isso me deixa muito em contato com todos e conhecendo as pessoas. Estamos orando e, caso aconteça, estamos aqui, com certeza, à disposição.

Folha – Qual a mensagem que a senhora deixa para o município de Amaraji neste momento?
Irmã Fábia – Eu agradeço primeiramente ao Senhor por tudo, como também aos nosso líderes que têm nos apoiado e estado conosco; às nossas irmãs do Círculo de Oração, que têm sido verdadeiras companheiras e amigas; e a todos do município de Amaraji. Eu sempre menciono da importância de ouvir a voz de Deus em minha vida. Há um Senhor nos céus que conhece todas as coisas e tem a dimensão e um projeto para cada vida. Foi ouvindo essa voz e confiando nesse projeto que eu cheguei até aqui.