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Eduardo centra ataques a Armando na inauguração do comitê da Frente Popular

O presidenciável Eduardo Campos (PSB) evitou, neste sábado (12), na inauguração do comitê central do candidato ao governo, Paulo Câmara (Frente Popular), no Parnamirim, os ataques à presidente Dilma (PT) e à gestão do governo, não a responsabilizou pelas quedas dos índices econômicos e não profetizou tempos ruins se não for ele o eleito à Presidência.

Eduardo direcionou as críticas para desconstruir e descredenciar o ex-aliado Armando Monteiro Neto (Pernambuco Vai Mais Longe), atribuindo ao senador despreparo para governar o Estado e – reeditando o conflito de classes – apontando no petebista a origem patriarcalista. “Governar Pernambuco não é brincadeira para filho de rico. É para quem sabe o que sofrem os pobres. É para quem tem coragem de enfrentar a corrupção e a velha política, e dizer ‘não quero o seu apoio’ a quem representa a velha política”, inflamou os militantes Eduardo.

Paulo e o candidato a senador, Fernando Bezerra Coelho (PSB), optaram também pela disputa local, cabendo apenas ao vice Raul Henry (PMDB) disparar contra o governo Dilma. “Pernambuco tem um povo que aprova, reconhece e quer continuara com a atual gestão. Eduardo vai mudar o País. Eles (governos do PT) quebraram o setor elétrico, jogaram a Petrobras na vala da corrupção. Eduardo vai resgatar o Brasil”, juntou Henry.

Para cerca de duas mil pessoas no comitê do Parnamirim, segundo anunciado, o ex-governador direcionou o foco à sucessão estadual, revelou convicção da vitória de Paulo – em desvantagem nas intenções de voto –, convocou a militância a ocupar ruas e cidades do Estado e desafiou os céticos a lhe cobrarem em um mês e após o guia de TV – a partir de 19 de agosto – os resultados das pesquisas.

JC

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